Que tal, em?

No dia 11/13 nevou em MA. A neve foi muito cristalina. Linda!

Assustou quem estava na estrada pois os carros escorregavam. Ficou nevando em torno de 10 horas, das 2:00 da tarde até às 10:00 da noite. Na próxima vez que nevar vamos filmar pra postar aqui.

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Amigos internautas,

Aqui você vai encontrar a opinião de alguns dos leitores que nos escreveram falando sobre o Livro: Como é viver nos EUA? No Site do Livro em Recados dos Leitores há opiniões mais recentes e espaço pra você postar tb.

Até mais!

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Adorei o livro. Principalmente pq retrata quase tudo o que jah vivi aki. Jah tem 4 anos que estou aki ” na terrinha”, e ao ler o seu livro me trouxe mais uma vez os inesperados e hilarios momentos vividos por mim e meus amigos. Foi uma leitura leve e agradavel, cheia de curiosidades, ateh mesmo por mim q continuo vivendo as mesmas aventuras. Serah que teremos a segunda parte do livro? Parabens!
Denilson Machado
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Bom dia!—————————————————————————————————————

Estou achando o máximo o seu livro , e também encontrando muitas respostas de perguntas que estavam em aberto e que precisavam ser esclarecidas antes de tomar uma decisão. Estou na metado do livro . Assim que eu terminar de ler vou colocar um comentário e pode ter certeza que vai ser muito positivo . Parabéns !!!

Diego de Lima Silva

 

Aline
To quase devorando o livro. Ainda estou no início, mas tá muito legal mesmo. Tuas descrições são muito boas. Nos primeiros capítulos que tu fala do frio, nossa, dá pra sentir o frio. A história de chegar em casa e ligar a tv achando que vai descansar, quando na verdade ela vai continuar falando inglês…, eu dei risada com uma pitada de angústia. Muito bom mesmo. To adorando!
Liana Rigon

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Aline,
Adorei teu livro. Comecei a ler e não parei mais até terminar. Admirei a tua perspicácia aos observar os inúmeros tipos humanos descritos. A maneira de narrar está muito gostosa, leve e altamente atrativa. Enfim, um ótimo livro que me orgulharei em recomendar.
Sílvio Corrêa

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Oi Aline!

Meu nome é Maristela, e resolvi lhe escrever para dizer que ADOREI seu livro, nossa…. você foi muito feliz ao descrever cada momento vivido nos EUA. Nunca fui aos EUA, mas consegui visualizar através das suas palavras como deve ser a vida dos imigrantes lá.

Parabéns! Você é uma excelente escritora, consegue passar muita emoção ao leitor!!!

Sucesso e um grande abraço da leitora Maristela Lambert

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Bom dia Aline!
Acabei de ler o seu delicioso livro, ou melhor, “viciante” livro, pois depois q o comprei, não consegui parar de lê-lo. Maravilhoso, prático, direto e cheio de realidades, tanto qto às dificuldades como qto ao sentimentalismo…Parabéns!!!
Bem, sucesso!
Ingrid Werle

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Friozão……mas agora está menos frio! 

Há duas classes de trabalho na América: o full time (tempo integral) e o part time (parte do tempo). Full time consiste em uma posição de trabalho dentro de uma empresa em que o funcionário tem a obrigação de trabalhar, no mínimo, quarenta horas semanais e recebe um valor “x” por hora. Cada hora trabalhada acima das quarenta horas mínimas estabelecidas é paga com “x + 1/2 x”, ou seja, hora e meia, o que representa um aumento significativo no pagamanto semanal. O funcionário full time geralmente tem contrato diferenciado com a empresa, o que estabelece um certo vínculo empregatício. Para esses casos, a empresa normalmente oferece seguro saúde, férias pagas (uma ou duas semanas ao ano) e o valor da hora trabalhada é maior.

Já o funcionário part time não tem uma quantidade definida de horas a cumprir, trabalha de acordo com as necessidades da empresa e não tem vínculo empregatício, sendo assim, não tem direito a férias pagas, seguro saúde ou qualquer benefício. O part time pode trabalhar dez horas em uma semana e quarenta horas na outra, tudo depende das vendas e número de funcionários da empresa. Da mesma forma que o full time, o part time recebe “x” por cada hora trabalhada até quarenta horas e “x + 1/2 x” por cada hora de trabalho acima das quarenta horas, mas é claro, o valor da hora de um part time é menor do que o valor da hora de um full time.

Prédios espelhados e muito altos.

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Os primeiros passeios pelos EUA causam um verdadeiro choque. Como ainda estamos entusiasmados com a viagem, o “diferente” até que se torna agradável. Tudo é bonito e interessante. As cores, os luminosos, os luxuosos carros, as pontes, as casas, a vegetação, o clima, as roupas …..nossa! São muitas as novidades, tudo fantástico!

Quando tentamos fazer compras em um supermercado, uma farmácia ou um posto de gasolina e ouvimos aquele murmúrio sem nada entender, acredite: bate um desespero. - É impossível entender o que eles falam! – É claro, são americanos! – Ninguém fala português nessa terra? – Será que algum dia vou entender isso? Olha-se rapidamente para o lado a procura do nosso veterano de quem o recém chegado não se distancia mais.

Acredito que o choque do idioma seja o mais difícil, o mais traumático. Toda a alegria em chegar na América, todo o entusiasmo vira nada quando nos sentimos uma formiguinha, um ser que não consegue entender o que o outro diz, completamente incomunicável. É nesse momento que nos damos conta do tamanho dos passos que demos e do quanto teremos de lutar. Percebemos que somos como uma criança de um ano que aprende as primeiras letras, as primeiras palavras. Teremos de nos alfabetizar novamente, aprender a falar de novo e não há como fugir disso.

É difícil conseguir dizer o primeiro – good morning! ou – thank you! Parece que o som não sai, a língua tranca, o americano não entende. A impressão que se tem é de que todos nos olham e divertem-se conosco, mas é essencial tentar falar. Os imigrantes carregam intrínseco um medo deste desconhecido, deste americano. Ele é tão idolatrado no Brasil que chegamos a ter receio dele. Quem será? O que pensa sobre mim? Com o tempo, aliás, com certo tempo, percebemos que ele é um semelhante que tem seus problemas, suas alegrias, mas nunca conseguiremos conviver de forma igual. Somos brasileiros, somos imigrantes.

Nesse tumulto de sentimentos, entre a expectativa de sucesso nesse “país de oportunidades” e o desespero de nada entender, um medo inexplicável toma conta dos brasileiros. Nesses momentos somente o apoio dos que já “se entendem com a terra dos gringos” pode acalmar e transmitir um pouco de segurança.

A Baysaid em Miami é um espaço maravilhoso ao lado da baía. Lá os pássaros voam, há barcos de passeio, restaurantes, e muito mais. Clique na foto para vê-la por completo.

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Editora Gazeta – 111 páginas – 40 fotografias

No LIVRO “Como é viver nos Estados Unidos?” você vai encontrar muitas curiosidades, fatos, sentimentos, emoções, tropeços comuns dos brasileiros, descrição de lugares visitados, climas, roupas, alimentação, comércio, economia, saúde, trânsito e muito mais. Enfim, um material reunindo as verdadeiras informações e imagens que todo brasileiro quer saber e ver a respeito dos Estados Unidos.

Para garantir que vc encontrará no LIVRO todas as informações que procura, segue abaixo os principais assuntos abordados em “Como é viver nos Estados Unidos? Dezenas de pessoas me fizeram esta pergunta. Aqui está a resposta“.

Principais tópicos abordados:

Rumo aos USA; Padrão de vida americano;
Para suportar -32 ºC; Patriotismo;
Imigração para os USA; Comunidade Brasileira;
“Pé de meia” na América; Recepção aos imigrantes; 
Imigrantes X Inglês; A América para os imigrantes;
Economia; Money; Comunicação com o Brasil;
Comércio na América; Diferente agora igual…etc.

 

As fotografias apresentam Miami, Boston, nevasca, carros, casas comerciais, comportamentos, Ice Center, Harward, patriotismo, limusine, construção de condomínio, gelo do rigoroso inverno e muito mais.

São 112 páginas contando tudo sobre a vida na América. 96 páginas de leitura e mais 40 fotografias apresentando lugares e curiosidades dos EUA.
 

Para ADQUIRIR seu EXEMPLAR  visite o Site Oficial do Livro  e clique na opção Comprar no Brasil. O sistema de pagamento é rápido, seguro, com várias opções pra vc escolher.

Dúvidas, use o e-mail contato@brasileirosnosusa.com.br

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