Pequeno vídeo mostrando a praia de Miami Beach.
Janeiro 10, 2008
Pequeno vídeo mostrando a praia de Miami Beach.
Janeiro 2, 2008
Janeiro 2, 2008
A virada do ano nos EUA foi bacana. Nas capitais houve grande queima de fogos. No dia primeiro de janeiro houve bastante neve…lindo!!!!

Dezembro 30, 2007
Através do Digestivo Cultural, site com o qual colaborei em seus primórdios – e se não o faço mais é pela falta de tempo –, me chegou às mãos a oportunidade de resenhar o livro
Como é viver nos Estados Unidos? (Gazeta, 2007, 111 págs.), da Aline Tonini. Faço parte da turma que recebe a newsletter, vejam que chique, do hoje cultuado (merecidamente) sítio. E mais ainda, volta e meia recebo e-mails pessoais endereçados a um seleto grupo pelo nosso editor Julio Daio Borges.
Conversava eu com um amigo sobre inconsciente coletivo, Jung, e outras teorias que explicam o fato de sistemas se desenvolverem simultaneamente em pontos diferentes do globo, o que está diretamente relacionado àqueles episódios em que você sonha com um amigo que não vê há muito tempo e no dia seguinte esbarra com o mesmo na rua. Fato é que este amigo está de partida para os states, vai morar lá com a namorada, que virou esposa, o que lhe garante o famoso green card: o bilhete premiado dos imigrantes em potencial.
Pois quando cheguei em casa, após o papo sobre inconsciente coletivo, com um grande amigo que está de viagem marcada para a terra de Tio Sam, que mensagem vejo piscando em meu endereço eletrônico com o remetente do Digestivo? Resposta: “Alguém quer resenhar o livro Como é viver nos EUA? ?”. Creepy stuff! Como diria a autora, mais familiarizada com a língua inglesa após alguns meses vivendo na gelada Boston com seu companheiro. Parecia um aviso, né? Me senti na obrigação de encarar a missão.
Entrei em contato com a simpática autora e menos de uma semana depois o livro estava em minhas mãos. Posso dizer que pouco conhecia da autora a não ser pelos breves e-mails que trocamos combinando a remessa de sua obra. Mas sou daqueles que acreditam que a forma como alguém redige um curto e-mail pode dizer muito sobre sua pessoa. Seja pela formalidade, pelo português correto, pelas abreviações de internauta-teen (“v6 naum konhecem???”) ou até pela saudação de despedida (“Saudações”, “Atenciosamente”, “Abs”, “Bjs”). E acredito piamente, embora minha teoria ainda não seja cientificamente comprovada, que a forma de escrever de e-mails da Aline tem muito a ver com o produto final de seu livro.
Como é viver nos Estados Unidos? é o que o próprio título diz. Direto e sem floreios. Quase que um guia prático direcionado àqueles interessados em arriscar a vida no país do Bush. E o texto de Aline lembra muito seus e-mails. Mais do que isso, passam a sensação de que estamos acompanhando a viagem e as descobertas da autora.
Sabe aquela prima que viaja para um intercâmbio e semanalmente manda aquelas missivas narrando suas aventuras e percalços aos familiares? Pois lendo o livro você se sente primo da Aline. Mesmo em um livro estruturado e concebido para servir como uma espécie de Manual Didático a autora deixa transcrever uma certa leveza que percebi na redação de seus e-mails.
Diferente de um Crônicas de um país bem grande, onde Bill Bryson narra o reencontro com sua terra natal, os EUA, na forma de análises divertidas e críticas sociais espirituosas, o livro de Aline Tonini tem um tom mais educativo do que jornalístico.
A autora abrange toda e qualquer situação que um imigrante brasileiro nos Estados Unidos possa se deparar de uma forma cuidadosamente clara e explicativa, propositalmente básica. Das leis de trânsito ao supermercado. Da suprema corte (tomara que os leitores interessados não precisem fazer uso dessas informações) a como retirar neve da entrada da garagem. Nada escapa ao olhar observador de Aline e tudo é transformado em ensinamento e explicado ao leitor de uma forma simpática. Como aquela professora gente boa que tivemos no ginásio.
Feito com muito cuidado, o livro raramente deixa entrever um posicionamento crítico ou opiniões pessoais e passionais em questões mais profundas. Mesmo assim, não deixa de ter um toque pessoal quando Aline exemplifica a teoria com experiências próprias vividas por ela e seu noivo em sua jornada de imigração. Com estes ingredientes, a leitura é fácil e gostosa.
Apesar de ter um público bastante específico, o livro agrada quem tiver uma mínima curiosidade sobre a vida de uma imensa parcela de nossos conterrâneos. E, sendo um tratado completo sobre a vida do brasileiro na “América”, pode fazer de Aline uma referência entre a comunidade brazuca lá fora.
Mérito dela, que fez um Manual com leveza ou, se preferir, transformou uma história pessoal em guia de muita utilidade. Uma combinação difícil, mas que a autora leva com tranqüilidade, como quem redige um e-mail para um primo distante.
Dezembro 25, 2007
É Natal! Os brasileiros que vivem nos Estados Unidos da América comemoram o Natal com um apertozinho de saudade das famílias no Brasil.
Aqui no norte dos EUA existem várias comunidades organizadas em diversas religiões. Estivemos ontem á noite na Missa de Natal da Igreja Católica e foi uma das missas mais lindas que já presenciei. O Padre desta comunidade brasileira é americano, porém fala muito bem o português, com um certo sotaque, o que nos emocionou, prova viva de que o bem querer não tem nacionalidade.
Chamou-nos a atenção, além de toda a tecnologia utilizada nas apresentações de Natal, a beleza do conjunto musical que encantou a todos com belíssimas canções religiosas….foi lindo e emocionante. Percebemos, durante a missa, a organização desta comunidade brasileira que está preparando um jantar-dançante para janeiro.
Há várias outras comunidades brasileiras nesta região, muitas mesmo. A maioria tem em sua linha de frente padres ou pastores brasileiros e dedicam-se a organizar e ajudar os compatriotas.
Nos EUA, o Natal é um dos mais importantes feriados do ano. Há também o 4 de Julho (Independência) e o Tanksgiving ( Ação de Graças). Aliás, somente no Thanksgiving e no Natal é que o país para de verdade, nem os mercados abrem.
Outra curiosidade é que os americanos são muito adiantados em suas compras de Natal. Entre os dias 10 e 20 de dezembro é que há enorme movimento nos “malls” (shopping centers) e nos últimos 4 dias o movimento baixa……bem diferente dos brasileiros!!!!!!!
Pessoal, se tiverem perguntas a respeito, postem aqui que reponderemos com prazer.
Até mais e FELIZ NATAL à todos os nossos visitantes que estão utilizando as informações deste site! Estaremos sempre postando as novidades e dicas que encontramos aqui.
Dezembro 18, 2007
Uma das cidades que mais concentra brasileiros na Florida é Pompano Beach. A cidade é linda, distante em 30 minutos de Miami e possui muitas empresas de e para brasileiros. A foto que segue mostra um Plaza na Sample St chamado USA Brasil, onde 90% do comércio é brasileiro.
Um pedação de Brasil nos Estados Unidos!
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Dezembro 18, 2007
A Feira Internacional do Livro de Miami aconteceu nos dias 9, 10 e 11 de novembro. Participamos do Espaço Brasil, um pavilhão muito bem organizado pelo CCBU, que teve a presença de diversos autores brasileiros. O Livro “Como é viver nos Estados Unidos?” foi divulgado nesta ocasião tendo ótima aceitação.
A foto mostra uma das ruas da feira.
Dezembro 17, 2007
Nas estradas interestaduais dos EUA, como a I95, há espaços chamados de Áreas Restritas que acolhem os viajantes. As pessoas costumam parar nestes lugares para descansar por minutos ou horas (durante a madrugada). São espaços muito bem estruturados e organizados e oferecem banheiros, mapas e máquinas que vendem cafés, água, refrigerantes, biscoitos, sanduíches e chocolate-quente. São espaços ótimos, muito utilizados por quem viaja de carro, ônibus e caminhão.
Veja esta da Carolina do Sul.
Dezembro 17, 2007
A neve é a grande atração do inverno norte americano. Quando aqui chegamos esperamos ansiosos pelo primeiro dia com neve. As ruas já estavam sobrecarregadas pelo gelo branco, mas queríamos vê-la cair e ela não tardou a chegar. Acordamos e corremos para a janela, lá fora uma chuva fina e branca formava um espetáculo nunca antes visto pelos meus brasileiros olhos, foi emocionante e inesquecível!
Quando se pensa nas baixas temperaturas vividas aqui em Massachusetts, é importante frizar que ele (o frio) realmente é intenso, nunca havíamos sentido algo assim, mas é suportável graças à estrutura existente, questão de adaptação.
Todas as construções desta região norte dos EUA possuem um sistema de calefação chamado heater. Entendo que esta afirmação, para um brasileiro que nunca viveu aqui soe um tanto estranha, mas é isso mesmo: casas, condomínios, supermercados, farmácias, shoppings, lojas, hospitais, enfim, toda e qualquer construção possui calefação que mantém a temperatura desejada constante e inclusive os automóveis possuem um bom sistema de aquecimento, desta forma o frio torna-se até que suportável.
Por mais baixas que estivessem as temperaturas, raras foram ás vezes em que necessitamos usar um moletom ou um par de meias dentro de casa. Normalmente a neve cobria a metade da porta da sacada, o frio na rua estava a uma média de -20º C e nós olhávamos tudo isso sentados no sofá do apartamento quentinho, vestindo camiseta e bermuda. Dá pra acreditar? Pois é isso mesmo.
Dezembro 16, 2007